quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
We'll be back
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Considerações sobre fisioterapia e uma tendinite
Malditas bolinhas
sábado, 24 de outubro de 2009
Quero ser John Malkovich
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Rainha de Copas
- Camila: xeu contar
- Angelina: valei-me... conta
- Camila: huhuuhahua
- Camila: por causa de vc
- Camila: eu sonhei
- Camila: kkkkkkkkkk
- Camila: assim... as pessoas tinham que sair de aracaju
- Angelina: por causa de mimmmmmm??
- Camila: e antes de sair
- Camila: tinham que cortar a cabeça
Pra quê twitter se eu tenho blog?
Acabei de enviar a mensagem de volta pra pessoa que me mandou.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Das coisas que me irritam
olhasóam: "possa ser" como em "possa ser que eu vá ter tempo pra voltar a escrever aqui algum dia" não existe, tá?
beijos, nãomeliguem.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Momento "escrevi e não quero deixar guardado"
O Pequeno Príncipe (The Little Prince - 1974)
Quem nunca teve a oportunidade de ler o livro de Antoine de Saint-Exupéry ao menos já ouviu falar da encantadora história de O Pequeno Príncipe. O livro, que hoje é considerado um clássico da literatura mundial, teve uma adaptação cinematográfica musical, de 1974, tímida em relação ao sucesso do livro.
A história é de um aviador (Richard Kiley) que, quando criança, sentia-se incompreendido pelos adultos e cresceu assim, vivia sozinho, sem ninguém com quem realmente conversar. Enquanto fazia uma viagem da França para a Índia, vê-se no meio do Deserto do Saara com o avião quebrado. É aí que ele encontra um principezinho enigmático de outro planeta, um planeta bem pequeno, que tem apenas três vulcões e uma rosa. A partir de então surge uma relação de carinho e cuidado entre os dois perdidos no deserto. De forma sutil e inocente, o pequeno príncipe (Steven Warner) conta suas aventuras pelo universo e seus encontros com reis e generais de outros planetas, a fim de conhecer mais sobre a vida.
Destaca-se nesse percurso a Raposa interpretada por Gene Wilder que, com o mesmo ar misterioso do Willy Wonka interpretado por ele em “A Fantástica Fábrica de Chocolates” (1971), ensina sobre a responsabilidade de cada um sobre aquilo que se cativa. Não menos interessante é a Serpente, interpretada por Bob Fosse, com performance impossível de não ser comparada ao rei do pop, Michael Jackson.
A trilha sonora e as músicas são tão suaves quanto toda a fábula em si, e o diretor Stanley Donen usa de recursos cinematográficos interessantes para dar um ar mais fantasioso, como a câmera posicionada de baixo para cima de modo a transparecer a incompreensão dos adultos ao jovem aviador, e o uso abusivo da grande angular.
Com tudo isso, embora possa parecer um pouco lento para os não muito fãs de musicais, o filme consegue emocionar e passar com louvor toda a magia de uma fábula que pode parecer infantil mas que alcança um público muito maior.
PS: A dublagem é péssima, mas as versões legendadas do Youtube estavam horríveis...
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Sobre cachorros
Sim, eu já tive um cachorro. E foi porque nós quisemos, a família inteira. Quando fomos morar numa casa espaçosa e tínhamos espaço para mais um “ser”, um vira-lata que chegou novinho, assim pra gente ver crescer e não ficar com medo. E eu, quando era pequena (ou quem sabe em outra vida), devo ter tido um trauma muito do forte, desses que só Freud explica, porque pra pegar nele, assim novinho, eu o levantava acho que a uns 20 cm do chão; e quando ele corria eu corria também, na frente, com medo, até a cadeira mais próxima.
Foi assim que ele cresceu, alegre e serelepe, e o máximo que eu fazia era passar a mão temerosa na cabeça dele; e se estava solto, eu nem saia de casa... Triste né?
Mais triste ainda foi quando ele foi pro céu dos cachorros e eu percebi que ele era mesmo da família e que a casa ficou com um silêncio incômodo sem os latidos e as corridas sem motivo do bixinho.