segunda-feira, 19 de abril de 2010

Spectacular, spectacular

Ando sumida, néam? Super.

Mas ando por aí lendo, estudando, descobrindo coisas novas... pesquisando bastante sobre arquitetura e design. Nessas andanças, além de ter assistido uma aula de Design Gráfico e ter me a-pai-xo-na-do, também descobri umas coisas legais que, de tão óbvias, chegam a dar raiva. Mentira, raiva não, né? Mas me perguntando porque raios foram essas pessoas que pensaram nisso e não eu. Hunf.

Compartilhando duas delas:

- Quem ousaria desconstruir a embalagem da Coca-cola? E quem conseguiria fazer campanha pró sustentabilidade desconstruindo justamente a embalagem da Coca-cola? E quem pensaria que isso poderia ficar tão legal? O inventor dessa embalagem quadradinha que além de econcômica, é mais prática e fácil de ser transportada e descartada:



Mais aqui: http://farm5.static.flickr.com/4057/4435622439_c089527019_o.jpg

Fonte: Update or die - Coca de Caixinha


- Você senta no chão e a perna cansa, aí você abraça as pernas e os braços cansam, e você quer segurar alguma coisa enquanto senta no chão, mas não tem onde se encostar e as pernas estão cansadas e os braços estão apoiando as pernas e é aquela coisa, né? Resolvido: Chairless é a solução.



Fonte: Update or Die - Chairless

Você consegue pensar em algo mais óbvio?

segunda-feira, 29 de março de 2010

Inferno Astral

Sabe, eu vivi a minha vida inteira numa boa, convivendo tranquilamente apenas com os períodos de TPM para deixar os meus nervos à flor da pele e atrapalhar um pouco o meu dia. Até que alguém me disse que existia um tal de inferno astral e desde então, um mês antes da minha virada de ano individual e até dias depois, tudo, eu disse TUDO, que dá errado eu culpo logo o danado do inferno astral na minha vida. Desde o ônibus que resolve enfrentar as leis da física e lotar mais do que pode até fatos mais, digamos, significativos.
E olha que depois que descobri isso as coisas meio que esperam pra acontecer nesse período. Uma espécie de prova para que eu acredite que essa coisa toda existe mesmo e não é só lenda pra cabrito dormir.
A pergunta é: quanto tempo EXATAMENTE dura o inferno astral?

Ok, inconsciente, eu já acredito, beleza? Sem mais provas, por favor.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Cinema Italiano


Eu caio em todos os musicais, facinho mesmo. Todo musical tem aquele clima de magia, né? É tanto brilho, tanto glamour... aí eu acabei convencendo o namorado a ir comigo assistir Nine (2009).


Off topic: qual a mística do número 9 que apareceu em tantos filmes em 2000 e... 9? Teve 9 – A salvação (que no original é só 9), teve Distrito 9 e agora Nine (por extenso, pra não confundir as cabecinhas cinéfilas).


Ele não gostou muito, achou meio devagar e longo demais. Já eu saí querendo ser a Marion Cotillard, porque ela é linda, canta bem e é a melhor atriz de todos os tempos da última semana.

O filme, metalingüístico que só ele, conta a história de Guido Contini (Daniel Day-Lewis), um cineasta mulherengo com bloqueio criativo que engana um mundo de pessoas, inclusive a própria equipe técnica e o elenco do filme que ele supostamente está produzindo quando, na verdade, ele não tem uma linha sequer de roteiro escrita. Pra entender as escolhas e o modo de vida de Guido, o filme vai apresentando aos pouquinhos as mulheres diretamente ligadas a ele. Essa apresentação das mulheres foi o que mais me encantou e ao mesmo tempo o que mais me irritou.

O que eu gostei é que, como em Chicago (2002), os números musicais se passam na imaginação dos personagens (exceto pelo da Nicole Kidman, que acontece no meio do diálogo); na verdade, parece que se passam quase todos na imaginação Guido, e é bem interessante fazer o paralelo das personagens “reais” com a imagem que Guido tem delas. Os melhores exemplos são os da Penélope Cruz e da Fergie. Carla (Penélope Cruz), a amante de Guido,é broquinha que dói, parece uma porta e quanto à beleza é assim, como dizer, “bonitinha, mas ordinária”, mas no número musical se transforma: cabelón poderoso, cinta-liga, super zéquice... ela é a amante, afinal de contas, é assim que ele a vê.

A personagem da Fergie eu não entendi muito bem, sei que ela tem um nome engraçado (Saraghina) mora num barraco na beira da praia e faz umas danças esquisitas pros moleques de um colégio de padre a troco de umas moedas. Pra eles, ela certamente era o exemplo-mor de mulher bonita e é assim que nós a vemos quando ela se apresenta. Not! Cristiana Oliveira ligou e pediu o figurino de Pantanal de volta.

Alguns números parecem ter ficado um pouco deslocados, como o da Kate Hudson, por exemplo. Ok, deu pra entender que ela é uma Maria-Hollywood, mas o que acontece depois disso? Nada, o personagem não desenvolve. E não é só ela. Tanto a Carla como as personagens da Nicole Kidman e da Sophia Loren, simplesmente somem depois das apresentações. Só Judi Dench permanece o filme todo (não à toa ela é a rainha Elizabeth).

Piadinhas à parte, no geral o filme é bom e realmente se salva com os dois números da Marion, que faz a esposa traída de Guido. A primeira sequência dá vontade de chorar de tão bonita e triste e a segunda, muito mais forte, revela uma atriz bem versátil, que passa de esposa resignada à mulher dona de seu próprio nariz de uma hora pra outra. Vale também pelo número da Fergie que, apesar do visual Juma, tem aquele vozeirão e canta a música mais poderosa do filme.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O mês sabático

Daí que esse mês de janeiro que passou eu tirei pra descansar. Descansaaaar. Há tempos eu não fazia isso, tinha sempre um estágio no meio pra atrapalhar, então a minha meta foi: nenhuma obrigação, fazer só o que EU quisesse fazer. Exceto por uns trabalhinhos que eu tive que aceitar, porque money que é good nós não have, eu quase consegui. E foi tão bom! Tirando o namorado, que eu só vejo 6,5 vezes por ano, o que já seria motivo suficiente pra fazer o retiro valer a pena, eu ainda pude fazer bastante o que eu tô quase certa de que é uma das coisas que eu mais gosto de fazer na vida: ver todos os filmes do mundo. Tá bom, tá bom, não foram tooodos os filmes do mundo, mas foi uma quantidade razoável: 15. Pra 30 dias, acho que foi o bastante. Se todos os meses pudessem ser assim...

Além de poder me dedicar bastante ao meu hobby preferido, eu ainda pude descobrir novos talentos. Na verdade, UM talento: cozinhar. Talento é modo de falar, claro, mas acontece que eu consegui fazer pelo menos três pratos de classes diferentes ficarem bem saborosos. Uns deram errado, mas esses três...

A folga foi boa também pra fazer aquela revisão de prioridades, que alguns chamam de resoluções de fim de ano. No meu caso, de começo de ano. Nessa retrospectiva, eu percebi que algumas coisas ficam, outras precisam mudar. Por exemplo: a falta de leitura (de livros) me deixou meio burra e tá afetando meu vocabulário, então um livro por mês é o novo preto; a falta de exercício (ou seria o avançado da idade? hum) está me rendendo dores constantes nas costas, então pilates, tamos aí; e a contratação do meu escritório pra alguns serviços me mostrou que eu escolhi direitinho a minha profissão e que trabalhar com o que gostamos é a coisa mais linda do mundo, mas não saber se vai rolar trabalho (e dinheiro) no próximo mês não é nada, sede estabilidade é tudo, então, opa, concursos pra que te quero! Estudar pra eles ainda não (alô, preguiça!), por enquanto só fazer e descobrir os pontos fracos, depois quem sabe me preparar de verdade.

Resumindo, as minhas resoluções para 2010, por enquanto, são bem simples: ler um pouco, assistir uns filminhos aqui e acolá, tentar umas receitas interessantes, lembrar aos meus músculos que eles vieram à Terra com uma missão, ficar rica e não precisar mais trabalhar... enfim, coisa pouca.

O bom pra quem lê esse blog (Oi, Natali! Oi, Vanessa! Fim) é que as tais resoluções vão refletir em mais posts, porque né, com TANTAS mudanças acontecendo na minha vida, eu vou precisar registrar as experiências em algum lugar.

The begin.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

We'll be back

Oi, esse é o primeiro post do ano!!
E, na verdade, nem é um post de verdade. É mesmo só para dizer que esse blog está prestes a voltar às suas atividades normais, com atualizações decentes e coisa e tal. Sendo bem otimista, eu diria até que esse ano ele volta!!!

E pra você que ficou felizinho, não esqueça: daqui pro final do ano ainda temos muito tempo! A gente pode voltar amanhã ou... em dezembro. E, ainda assim, estaremos dentro do prazo prometido.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Considerações sobre fisioterapia e uma tendinite

* Fisioterapia é como no colégio. Na chamada da professora você era o número 41 da chamada, na fisio você é uma tendinite de punho. Só.

* "ELA É O QUE?" "Tendinite de punho!!" "Oh, bixinha, tá doendo né? Aperte essa bolinha aqui 10 vezes tá?" ¬¬

* Queridos profissionais de fisioterapia: não é só porque você vai passar 3 minutos passando ultrassom na pessoa que você tem intimidade pra dar pitaco na vida dela e fazer gracinhas-sem-gracinhas-ha-ha, ok? Fica a dica.

* E no final (ansiosamente aguardado) das infinitas 10 sessões, chega-se a conclusão de que "você precisa regular o seu local de trabalho. A mesa do computador não pode estar muito alta blábláblá. Sua cadeira tem braço? Não?!! Então, a primeira coisa a fazer é COMPRAR uma cadeira com braço!" "Não, primeiro eu preciso arrumar dinheiro pra poder comprar a cadeira, fia". Veja, uma cadeira dessas não é como um banquinho que você compra na feira né?! Não resisti...

Malditas bolinhas

sábado, 24 de outubro de 2009

Quero ser John Malkovich

Assisti ontem um clássico recente, o tal do Quero ser John Malkovich e adorei, apesar de na época do lançamento não ter me interessado muito. Afinal, quem é John Malkovich na noite pra fazerem um filme onde todos querem ser ele? Se ainda fosse Brad Pitt...

(se bem que nesse caso o título teria que mudar para Quero ser Brad Pitt, néam?)

Mas divago, divago....

Voltando ao John, que eu gostei bastante... o roteiro é benloko, como era de se esperar já que é do Charlie Kaufman, o mesmo de Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (ótemo), e conta a história de um twiteiro, digo, titereiro frustrado que arruma um emprego como arquivador no andar 7 1/2 de um prédiozão antigo.

Neste andar onde o teto é mais baixo e todos tem que andar curvados, existe um portal que leva quem passa por ele até a cabeça (literalmente) de John Malkovitch, permitindo que o invasor veja o mundo pelos olhos dele por 15 minutos. O twiteiro, depois de descobrir o portal por engano, começa a vender ingressos para passeios pela cabeça do cara que é igual a um primo meu (eu estou realmente impressionada com as semelhanças), junto com uma colega de andar, por quem é apaixonado (ou a palavra certa seria obcecado?).

Até a descoberta do portal, lá pela metade do filme, a expressão certa pra acompanhar o desenvolvimento da história é a melhor cara de "hã?", mas é aí que fica bom. De repente existem filas enoooormes de pessoas querendo ser o John e, enquanto o Kaufman nos confunde com historinhas paralelas de romances não correspondidos e pessoas descobrindo sua (trans) sexualidade, parece que ele quer mesmo é que a gente pense no que o twiteiro fala logo no começo, sobre as questões filosóficas (eu diria éticas e morais) de poder ser outra pessoa.

Esse ponto me lembrou um pouco um outro filme que assisti recentemente e falei por aqui, Gamer, que eu não gostei mas tem uma linha interessante sobre como as pessoas são (ou seriam) capazes de fazer absurdos se fossem outras e como tem gente tão desesperado de ser quem é que pagaria fortunas pra ser manipulado, pra fazer o que quer que seja sem que fosse responsabilizado pelos atos ou simplesmente pra se ver livre de si mesmo por alguns instantes. Quero ser John... diz o mesmo e mostra bem isso na cena em que o primeiro cliente da J.M. Inc. sai da cabeça do Malko extasiado, após vê-lo escolher toalhas e tapetes de banheiro por telefone. E aí grande dúvida inicial é respondida: não se trata de ser John Malkovich, mas qualquer pessoa, menos quem você é de verdade.

A história, como deu pra perceber, é bem irreal, mas o bom do Kaufman (opinião beeem parcial aqui, já que esse é apenas o segundo filme dele que eu vejo) é que ele não tenta se explicar. Assim como em Brilho Eterno, em que ou você aceita a existência de uma empresa que apaga as memórias das pessoas, aqui existe um portal que leva pra cabeça do John Malkovitch e pronto, fim. Até tem um motivo pra ele existir, mas é tão irreal quanto.

Pra fazer jus à boa história, o elenco foi muito bem escolhido. Temos o John Cusack, como Craig Shwartz, o titereiro frustrado (que vai ficando cada vez mais corcunda e pende a cabeça pro lado ao falar - consequência do ambiente de trabalho?), a Cameron Diaz, quase irreconhecível como a esposa do Craig, a Catherine Keener (O virgem de 40 anos) numa atuação meio forçada da colega durona de Shwartz e algumas pontas de Charlie Sheen, Sean Penn e Brad Pitt (sempre lindo). Ah é, tem também o John Malkovich, como... ele mesmo.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Rainha de Copas

Fuçando posts antigos da minha conta no fotolog (alguém falou em procrastinação?), achei esse diálogo acontecido no MSN que me fez ter medo da imagem que as pessoas tem de mim.


- Camila: xeu contar
- Angelina: valei-me... conta
- Camila: huhuuhahua
- Camila: por causa de vc
- Camila: eu sonhei
- Camila: kkkkkkkkkk
- Camila: assim... as pessoas tinham que sair de aracaju
- Angelina: por causa de mimmmmmm??
- Camila: e antes de sair
- Camila: tinham que cortar a cabeça